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Archive from janeiro, 2014

Novo ICMS de alimentação aumentará investimentos

jan 29, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

Restaurante-

A redução da alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 3,5% incidente na venda de refeições por bares, restaurantes, hotéis e similares estimulará a formalização e os investimentos no segmento. A avaliação é da presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seccional Amazonas (Abrasel-AM), Janete Fernandes.

Os empresários do ramo da alimentação e hospedagem conheceram as vantagens do Decreto 34.324 adotadas pela Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (Sefaz-AM), que também excluiu da base de cálculo do imposto a gorjeta.

Um worshop realizado nesta terça-feira no auditório da Sefaz pela Abrasel-AM, em parceria com a secretaria, e serviu para difundir os benefícios do decreto e também explicar como o empresário pode passar a recolher a alíquota menor do tributo.

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Afonso Lobo, os empresários terão a vantagem tão logo adotem a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). A nova metodologia substitui o Emissor de Cupom Fiscal, com ganhos não só para o Estado com o aprimoramento do combate à sonegação, mas também para empresários e consumidores.

“A NFC-e é um divisor de águas, onde todos ganham. Após entendimentos com o Sebrae e a Abrasel, concedemos o benefício do ICMS com o compromisso dos empresários de se formalizarem e aderirem à NFC-e”, destacou o secretário.

No sistema atual de emissão de notas fiscais, o empresário precisa adquirir um Emissor de Cupom Fiscal, ao custo aproximado de R$ 3 mil. Além disso, o equipamento deve ser validado pela Sefaz. Com a nova tecnologia, basta o empresário ter um computador, interligado à internet e uma impressora a laser, que custa entre R$ 300 e R$ 500. A homologação, neste caso, não é necessária junto ao fisco estadual.

Para a presidente da Abrasel-AM, Janete Fernandes, a redução da carga tributária pelo Estado deverá estimular a formalização dos estabelecimentos e também dará fôlego financeiro para um maior investimento na qualidade dos serviços oferecidos. “Esperamos que essa medida ajude a fortalecer o segmento, que essa redução estimule a formalização e a concorrência aconteça em igualdade de condições”, disse.

A redução na alíquota para o segmento segue o Convênio 91, aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em 28 de dezembro de 2012, e que prevê a cobrança de alíquota do ICMS entre 2% e 5%.

Redes de fast food se expandem e miram o interior

jan 21, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

Burger-King

O apetite do brasileiro pelo fast food é tão grande que mesmo redes estabelecidas no País há décadas, como o McDonald’s e o Bob’s, buscam acelerar sua expansão para ocupar espaços antes de “novatas” como a Subway e o Burger King. Enquanto o McDonald’s abriu um total de 178 pontos de venda em 2013 – 85 restaurantes e 93 quiosques de sorvetes -, o Bob’s diz ter inaugurado 140 unidades no País, mas não revela a proporção de quiosques e lanchonetes.

A disputa no mundo das refeições rápidas agora é pela conquista das cidades menores e também das periferias das principais capitais. Com lojas mais compactas, que exigem um investimento relativamente pequeno, a partir de R$ 250 mil, o Subway tem liderado a expansão regional. Só no ano passado foram 340 inaugurações, para um total de 1.388 lojas em dezembro. Para 2014, as expectativas da empresa seguem fortes, com a meta de abrir pelo menos mais 360 pontos de venda.

Os pequenos municípios estão no radar de Roberta Damasceno, gerente nacional da Subway no Brasil. Com 14 agentes de desenvolvimento regional, a rede está apostando em pontos alternativos, como postos de gasolina e terminais rodoviários. “Cabemos em espaços a partir de 40 metros quadrados. O planejamento é bastante agressivo. Nossa meta é chegar a 8 mil unidades em dez anos. Ainda faltam 7 mil”, diz a executiva.

Uma tendência forte entre as redes tradicionais são os quiosques. Tanto é assim que o McDonald’s abriu mais unidades deste tipo do que restaurantes de maior porte. Segundo fontes do mercado de food service, o apetite pelo formato mais compacto é consequência direta da margem mais alta do sorvete em comparação aos hambúrgueres. Ter uma operação de gelados consolidada é uma vantagem competitiva de Bob’s e McDonald’s, que são citados pelo mercado como os mais fortes deste segmento.

Segundo Sergio Molinari, sócio-diretor da área de food service da consultoria em varejo Gouvêa de Souza, como o sorvete é um produto relativamente barato, acaba sendo uma opção de consumo para a classe C mesmo na época do mês em que o salário já acabou. “A pessoa não vai fazer a conta para saber que aquele sorvete de R$ 4 teve um custo total para a rede de R$ 1”, diz o especialista. “No mundo do fast food, o fator custo-benefício conta muito pouco. O que importa é caber no bolso.”

Transporte

Diante de tanta expansão, aumenta a pressão sobre os operadores logísticos do setor. Hoje, sobraram três grandes concorrentes nesta área: Martin Brower (que atende Subway, Bob’s e McDonald’s), Fast&Food (Burger King e China in Box) e Comfrio (Outback e Starbucks). “A escala é fundamental, pois os custos de transporte são altos no Brasil”, diz José Augusto Santos, diretor comercial da Martin Brower. “Entre nossos clientes, o crescimento foi de mais de 500 lojas em 2013.”

Essa disputa acirrada já deixou vítimas, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. A Luft Food Service, que após anos de contrato perdeu um dos seus principais clientes, o Bob’s, foi vendida à rival Fast&Food. Procuradas, as empresas não retornaram o contato. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Refeições em supermercados ganham espaço

jan 20, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

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Serviço que oferece pratos e lanches para clientes surge para atender à demanda de público cada vez maior

O número de supermercados que já oferecem o serviço de refeição fora do lar ainda é pequeno, não atinge sequer a casa dos dois dígitos em Fortaleza. No entanto, o chamado “Food Service” vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e aderência por parte dos clientes. De acordo com a Associação Cearense de Supermercados (Acesu), a expectativa é de que essa tendência duplique os números ao longo dos próximos anos.

Por utilizar ingredientes do próprio estabelecimento, a comida servida aos clientes se assemelha à caseira. FOTO: TUNO VIEIRA

Pesquisa realizada pela Gomes de Matos Consultores Associados na Capital constatou um novo perfil de público que hoje opta por realizar suas refeições fora de casa. Enquanto as pessoas que moram sozinhas são responsáveis por uma fatia de 17,31% deste público, os que moram com os pais (33,17%) e os casados com filhos (33,65%) são maioria ao procurar pelo “Food Service”. Já os casados sem filhos representam 15,87% do total.

“O padrão de qualidade de vida continua sendo almoçar em casa, porém, cidades como Fortaleza não te dão mais essa possibilidade. A mobilidade urbana é tão pequena que não dá tempo de comer em casa e voltar para o trabalho e continuar as atividades. As pessoas estão muito atarefadas e com pouca mobilidade”, explica o consultor do portfólio de marketing da Gomes de Matos Consultores Associados, Alberto Mistrello.

Procura por comida caseira

O estudo aponta ainda que 64% dos entrevistados fazem duas ou mais refeições fora de casa e que 72% optam por este serviço por não ter como ir para casa no horário. O dado comprova a vontade e a procura do fortalezense por uma refeição caseira e com padrão de qualidade.

“O maior desejo das pessoas seria almoçar em casa, mas não é possível. A gente tira a conclusão que o tipo de alimentação procurada é a do nosso dia a dia, que é aquela para se sustentar. É preciso ser a nossa comida, a cearense. O baião, paçoca e carne de sol, nada sofisticado”, opina.

Melhorias

Dos entrevistados, 32% fazem suas refeições em supermercados devido à variedade do cardápio oferecido, entretanto, este fator é um dos que precisam ser melhorados nos estabelecimentos, na opinião de 21,24% dos participantes. “Quando um cliente compara um supermercado com um restaurante profissional, embora a variedade tenha saído na pesquisa como um dos itens responsáveis por atraí-lo, ele quer mais. Quer variação maior de salada, por exemplo quer a diferença que o líder de segmento (restaurante) tem”, afirma Mistrello.

Outro fator a ser melhorado, para os consumidores, é o atendimento (27%). Conforme Alberto, muitas pessoas reclamaram da falta de agilidade na hora do pagamento, visto que, muitas vezes, a conta é paga em um caixa reservado apenas para este tipo de serviço.

“O que já atraiu o cliente foi a velocidade. Por ser self-service, é o serviço é mais ágil. Temos que aprimorar isso. Apesar da concorrência maior ser o restaurante, a busca pelo supermermercado se dá pelo fato de ser mais rápido e prático”, avalia o presidente da Acesu, Severino Ramalho Neto.

Concorrência

Para Mistrello, o que era oportunidade agora virou negócio, podendo ser uma excelente alternativa para o supermercado desde que ele saiba competir. “O cliente precisa ver quanto vale essa proposta. É preciso mostrar que a comida do supermercado é a mesma que poderia ser feita em casa, pois é lá que o produto é vendido. O supermercado pode utilizar esse apelo emocional para mostrar o que está oferecendo. Ele tem toda a matéria prima fresquinha para o consumidor”.

Alimentos sem glúten são o segredo de saúde de Isis Valverde

jan 15, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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De volta à lista das celebridades mais comentadas do momento no Brasil, a atriz Isis Valverde exibe corpão em cenas sensuais ao lado de Cauã Reymond na minissérieAmores Roubados. O segredo para o corpo enxuto, segundo ela, foi a descoberta há alguns anos de sua intolerância ao glúten.

Em entrevista à revista Mundo Verde sobre a mudança na alimentação e como mantém o físico, ela contou que descobriu a intolerância aos 19 anos.

– Passei muito mal e ninguém descobria o que era. Fazia exames e mais exames. Chegaram a dizer que eu tinha anemia, mas não era isso. Meu cabelo caía. Em um mês, cheguei a pesar 45 quilos. Passava muito mal, porque o glúten irritava todo o “caminho” da comida em meu corpo.

Foi então que a atriz passou a ter uma dieta especial.

– Não faço nenhum sacrifício. Só excluí o glúten. Como de tudo: macarrão, panqueca, bolo… Mas tudo sem glúten. Com a intolerância, você só tem que parar de ingerir o glúten.

Desde que mudou a alimentação e passou a ingerir alimentos sem a proteína, ela deixou de ter dores no estômago, refluxo e o intestino passou a funcionar normalmente.

– Tudo melhorou quando descobri que era celíaca. Porque a reação quando você come glúten e tem alergia é só quando a doença “acorda”.

A doença celíaca faz com que as paredes do intestino percam a capacidade de absorção dos nutrientes dos alimentos e até mesmo de remédios. Segundo especialistas, este tipo de intolerância atinge cerca de 1% da população. Além de Isis, fazem parte desse grupo Miley Cyrus, Chelsea Clinton – filha de Bill e Hilary Clinton – e as atrizes Emmy Rossum e Jennifer Esposito.

Liberação de comida de rua em SP vai beneficiar mercado, afirma especialista

jan 10, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

No último mês de dezembro, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou a lei que regulamenta a comercialização de comida de rua na cidade de São Paulo. Entre as categorias permitidas estão veículos automotores de até 6 metros de comprimento, os chamados food trucks. Adri Vicente Junior, diretor da Food Service Company, empresa de planejamento, concepção e execução de empreendimentos gastronômicos, acredita que esta regulamentação será um divisor para o mercado de gastronomia.

“Os food trucks oferecem a chance para os restaurantes tradicionais ampliarem seus negócios e apresentarem seus pratos para um público que não é habitual; a fórmula da ‘comida itinerante’ pode funcionar muito bem para quem souber adaptar os pratos ao gosto dos clientes nas ruas”, afirma Vicente Junior.

A nova regra – antes, São Paulo só permitiu venda de cachorros-quentes na rua – deve agora atrair, além de barracas de já tradicionais churrasco grego e yakissoba, restaurantes da alta gastronomia paulistana, que poderão adaptar-se a preços mais baixos. O mexicano Tordesilhas e do italiano Vito já circulam pelas ruas de São Paulo oferecendo versões de seus pratos. O francês La Casserole, a hamburgueria americana PJ Clarke’s e o brasileiro Dalva & Dito pretendem lançar “food trucks”. O bar Astor já tem o seu caminhão pronto e em funcionamento, ainda no shopping Cidade Jardim, enquanto a lei não é regulamentada. O caminho inverso também é possível, lembra Vicente Junior: “O Black Dog, por exemplo, começou vendendo cachorro-quente na calçada e só depois é que se estruturou para formar uma rede de lojas.”

O projeto, de autoria dos vereadores Andrea Matarazzo (PSDB), Arselino Tatto (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Marco Aurélio Cunha (PSD), Ricardo Nunes (PMDB) e Goulart (PSD), agora tem 60 dias para ser regulamentado pela Prefeitura via decreto, definindo quais tipos de alimentos poderão ser vendidos nos furgões e como será a emissão das licenças.

Adri Vicente Junior relata que o momento é bastante oportuno, pois os comerciantes poderão se preparar para receber os turistas da Copa do Mundo, em junho. “Nas grandes cidades do mundo, os carrinhos de rua são muito comuns, por isso os estrangeiros estão acostumados com este tipo de alimentação e poderão saborear novidades tipicamente brasileiras. E a entrada dos ‘food trcuks’ parece que será organizada, respeitando conceitos de higiene e bom atendimento”, ressalta o empresário.

A regulamentação da lei que permite a venda de comida de rua pode ser a chance para novos talentos gastronômicos despontarem no mercado, segundo o especialista. “Os ‘food trucks’ podem ser montados por R$150 mil”, finaliza Vicente Junior.

Alimentação no Verão

jan 8, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments
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Estamos na estação mais quente do ano e todos sabem que as altas temperaturas registradas nestes meses causam mudanças no comportamento das pessoas. E muitas vezes este comportamento altera os hábitos alimentares causando sérios problemas de saúde. Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura. Segundo a nutricionista Clínica do Hospital e Maternidade Oase, Evanir Abreu (Eva), neste período do ano, é importante ter uma alimentação leve, saudável e principalmente manter-se hidratado e tomar cuidado com alimentos contaminados.
Em entrevista a redação do Jornal do Médio Vale, a nutricionista dá dicas de quais os alimentos que devem ser prioridade no verão. De acordo com Eva, frutas, verduras, peixe e frango são a melhor pedida, já que possuem fácil digestão. Os cereais, de preferência os integrais e as leguminosas também devem ser ingeridos, pois possuem nutrientes indispensáveis à saúde.
A nutricionista também observa que deve-se evitar alimentos gordurosos, como carnes gordas, queijos amarelos, frituras e enlatados. Estes alimentos tornam o processo de digestão mais lento, o que acaba resultando na sensação de estufamento. “É importante evitar molhos a base de creme de leite, maionese, já que estes quando armazenados de forma incorreta (sem refrigeração) podem ser fonte de contaminação. Pra quem vai comer fora, é preciso ter muito cuidado na escolha do estabelecimento”, explica a profissional.
Eva também destaca que a água é fundamental para manter a hidratação corporal, não apenas no verão, mas em todas as estações do ano. “Deve-se ingerir em média oito copos de água por dia. Além disso, há alguns alimentos que são grandes aliados, pois além de hidratarem alimentam e dão sensação de saciedade sem pesar no estômago. Exemplos destes alimentos são: melancia, melão, tomate, pepino cru, agrião cru, kiwi, laranja, abacaxi, suco de frutas, chás, água de coco e picolés de frutas”, aconselha a nutricionista.
Já para quem está na praia, a água de coco é um bom aliado para se manter hidratado. “A água de coco é ótima, pois além de hidratar ela possui vitaminas e minerais que precisamos repor”, ressalta ela.
Questionada sobre o consumo de cerveja ou de qualquer bebida alcoólica neste período do ano, a nutricionista afirma que a bebida alcoólica além de calórica é diurética e faz com que as pessoas que as consomem eliminem através da urina nutrientes que são de grande importância para o seu organismo, portanto não é uma boa ideia.
A redação solicitou que a nutricionista indicasse cinco alimentos que têm maior quantidade de água e que devem ser incluídos no cardápio. Segundo ela são: abacaxi, melão, alface, tomate e melancia. Outra questão refere-se ao fato de que muitas pessoas não conseguem consumir muita água, então optam pelos sucos. A nutricionista explica que os sucos em relação à hidratação são bons aliados, porém são calóricos, que quando consumidos em excesso podem engordar. “Então, a preferência é sempre pela água!”, frisa ela.
No verão as pessoas também devem ter cuidados com a manipulação dos alimentos em casa. De acordo com Eva, a manipulação dos alimentos deve seguir um critério de higiene não apenas no verão, porém nessa época em que as temperaturas sobem, o risco de uma intoxicação alimentar sobe também, portanto os cuidados devem ser redobrados: consumir alimentos frescos de preferência; no caso de guardar as sobras, estas devem ser acondicionadas em embalagens limpas e com tampa na geladeira. “O descongelamento dos alimentos é mais seguro quando feito na geladeira ou microondas, nunca na água ou temperatura ambiente”, alerta ela.
Questionada sobre quais são as principais doenças que podem abater as pessoas, em relação a alimentação errada, durante o verão, a nutricionista informa que a intoxicação alimentar é causada por certas bactérias, vírus, parasitas ou toxinas. Entre os tipos de intoxicação alimentar estão: Botulismo, enterite, cólera, intoxicação por peixe contaminado, salmonella entre outros. Nas maioria das vezes os sintomas são: diarreia, febre, dores abdominais, náuseas, vômitos, entre outros sintomas. “Todos estes tipos de intoxicação alimentar dão-se devido a falta de higiene adequada no momento do preparo dos alimentos, má conservação dos mesmos (falta de refrigeração) e consumo de água não tratada”, ressalta Eva.
Cardápio básico sugerido pela nutricionista para ser seguido pelas famílias durante o verão:
Café da manhã:
Leite
Pão integral
Manteiga
Queijo ricota
Fruta
Lanche da manhã:
Fruta
Almoço
Arroz integral
Feijão
Legumes cozidos ou crus
Verduras (folhas)
Carne magra (preferência branca)
Lanche da tarde:
Gelatina
Fruta com iogurte
Jantar
Sanduíche natural feito com pão integral, presunto, queijo ricota, verduras e legumes crus
Leite
Lanche da noite
Fruta
Obs: no intervalo entre as refeições ingerir água e/ou água de coco

Durante as férias, crianças devem manter alimentação saudável

jan 7, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Durante as férias escolares, as crianças saem da sua tradicional rotina e passam a não ter horários fixos para dormir e se alimentar e brincam e se divertem mais que o normal, mas os pais devem ficar atentos para que a alimentação continue equilibrada e forneça energia para a diversão das férias.

No café da manhã e lanche da tarde, alimentos saudáveis e ricos em carboidratos devem fazer parte destas refeições, como: cereais, frutas, pães, biscoitos, iogurtes, leite, bolos de frutas e vitaminas.

Já o almoço e o jantar devem ser mais completos, com alimentos ricos em carboidrato, proteína, vitaminas e minerais: o arroz, feijão, filé de frango ou boi e uma salada é uma ótima opção.

De sobremesa, prefira frutas e gelatina. Como sugestão, troque a comida do jantar por lanches naturais, tortas de legumes e sopas.

Preocupação excessiva com alimentação saudável pode indicar distúrbio

jan 6, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Hábitos radicais, como conferir um a um os nutrientes de cada alimento, podem ser indício de ortorexia

Você já ouviu falar em ortorexia? É um transtorno psiquiátrico que decorre da obsessão em relação à alimentação. O distúrbio surge quando a pessoa se preocupa, de maneira excessiva, com o que come no dia a dia e adota hábitos alimentares radicais, como conferir um a um os nutrientes e calorias de cada alimento, deixa de comer fora de casa e preferir exclusivamente os alimentos ditos naturais.

De acordo com a médica e diretora-executiva do programa Meu Prato Saudável, Elisabete Almeida, fatores que podem desencadear a ortorexia são modismos alimentares, o culto ao corpo e a excessiva publicidade de produtos supostamente saudáveis ou enriquecidos.

“Preocupar-se com a alimentação saudável é diferente de ser ortoréxico. A diferença está no grau de preocupação com o alimento ingerido e na restrição de nutrientes que são essenciais ao organismo”, conclui Elisabete.