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Archive from março, 2014

Ferro ajuda combater infecção e traz outros benefícios

mar 26, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

ferro

Quando os especialistas falam sobre alimentação de crianças e adolescentes, o ferro é um dos minerais mais lembrados. Não à toa. Crianças e adolescentes, sobretudo por estarem em fase de crescimento, necessitam ingerir alimentos fonte de ferro por vários motivos: o nutriente leva oxigênio para todas as células do organismo, atua na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue, ajuda a combater infecções, melhora a capacidade de aprendizagem e coordenação motora, auxiliando no desenvolvimento.

Sua ausência, porém, causa um dos problemas mais conhecidos dos brasileiros, a anemia. “Para crianças e adolescentes, recomenda-se a ingestão de 10 mg/dia de ferro. Após a menarca, as meninas devem ingerir 18 mg/dia”, explica o pediatra Benjamin Roitman, membro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul.

Alimentação balanceada é o segredo

Para consumir a quantidade diária recomendada, é preciso ter uma alimentação variada e balanceada com alimentos fonte de ferro: verduras verde-escuro (espinafre, agrião, brócolis e couve) e leguminosas (feijão, ervilha e lentilha). “Mas a melhor absorção se dá com as fontes de ferro de origem animal, como as carnes vermelhas e de aves, e vísceras (coração e fígado)”, revela o especialista.

Por exemplo: um prato com um bife médio (150 g) e uma concha média de feijão já possui 9 mg de ferro. Se for acompanhado de cinco colheres de sopa de espinafre, já são mais 8,3 mg do mineral. “Para quem tem muita deficiência do nutriente, recomendamos o bife de fígado. Uma porção de 150 g tem 16 mg de ferro”, orienta o pediatra.

Reforce a absorção

 Vale saber que a ingestão de alimentos com vitamina C favorece a absorção do ferro. “Consumir carne e tomar suco de laranja é uma boa associação. A feijoada tradicional, com couve e laranja também é uma excelente combinação”, ensina Benjamin Roitman.

Entretanto, o especialista alerta: “deve-se evitar tomar leite ou ingerir seus derivados próximo às refeições; o cálcio compete com o ferro pela absorção no organismo. E, nesse caso, o ferro sempre perde”.

Saiba o que é verdade ou mito sobre a refeição das crianças

mar 25, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Muitas crianças e adolescentes têm pressa na hora da refeição e acabam engolindo o alimento sem mastigá-lo adequadamente. Esse comportamento pode ser prejudicial, pois é na mastigação que começa o processo de absorção dos nutrientes no organismo.

A nutricionista Patrícia Cruz, membro do Departamento de Nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica), esclarece as dúvidas mais comuns sobre a mastigação e o tempo da refeição.

Engolir os alimentos sem mastigá-los adequadamente pode levar a problemas de saúde.

Verdade.  Quando a criança ou o adolescente mastiga bem a comida, isso auxilia o processo de digestão: quanto mais triturado o alimento por meio da mastigação, mais rapidamente as enzimas digestivas entram em ação. Em contrapartida, quem mastiga pouco e rápido pode ter refluxo, além de engasgos frequentes.

Apressar o filho durante a refeição pode provocar a perda da sensação de saciedade.

Verdade. Durante a mastigação, ocorrem movimentos dos músculos da mandíbula, que é a responsável por impulsos que estimulam a saciedade e inibem a fome. Apressar a criança pode fazer com que ela mastigue pouco para terminar mais rápido com o volume do prato e perca a noção de fome e saciedade.

Crianças e adolescentes precisam mastigar cada garfada cerca de 30 vezes antes de engolir.

Mito. Não há um número certo de mastigadas para cada garfada. Depende da consistência de cada alimento. Por exemplo: os fibrosos precisam ser mastigados mais vezes para serem bem triturados.

Os pais devem cortar bem o alimento para ajudar a criança a mastigar.

Em termos. Cortar o alimento em pedaços pequenos facilita a mastigação e auxilia na deglutição, evitando os engasgos. “Mas isso não deve se tornar um hábito, caso contrário, algumas crianças podem evitar determinados alimentos por exigirem muito da mastigação”, alerta a nutricionista. O ideal é supervisionar o volume de cada garfada, fazer com que seu filho repouse os talheres sobre a mesa enquanto mastiga e só volte a pegá-los após ter engolido.

Doenças como a bronquite e a rinite podem refletir na qualidade da mastigação.

Verdade. Quem apresenta quadros de bronquite, rinite, sinusite ou amidalite de repetição, geralmente, tem padrão respiratório oral e isso prejudica a mastigação. Observe seu filho enquanto come e procure um especialista para resolver o problema.

Líquidos estão proibidos durante as refeições.

Em termos. Tomar um copo de água durante a refeição é saudável, desde que ela não seja usada para ajudar a engolir o alimento, principalmente aqueles que seu filho não gosta de comer.

Faça seus filhos comerem melhor com 5 dicas de especialista

mar 24, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Fazer os filhos comerem coisas saudáveis nem sempre é uma tarefa fácil: a quantidade de tentações industrializadas e coloridas nas gôndolas do mercado e a falta de tempo para o preparo de coisas mais naturais são alguns dos principais empecilhos.

Mas a partir do momento que isso se torna uma prioridade, é possível mudar. Leva tempo, exige dedicação, mas tem solução. Quem garante é a engenheira de alimentos e chef Mayra Abucham, que participou recentemente do quadro Meu Filho não Come, do programa Bem Estar.

Ela também está à frente do projeto Dedinho de Moça, consultoria em alimentação infantil, que já atendeu cerca de 500 famílias em busca de melhores hábitos neste campo. Segundo a especialista, as famílias que têm filhos tendem a ficar mais abertas para a mudança. “Mudar é difícil, mas os pais querem oferecer um bom exemplo, querem dar uma oportunidade para as crianças em todos os sentidos. E a alimentação é uma delas”, observa.

Mayra ressalta que o primeiro passo para convencer as crianças a terem uma alimentação mais saudável é envolvê-las no processo. “Desde conhecer os ingredientes no supermercado, na feira ou na horta, até saber o que está indo na lancheira da escola”, indica.

Mas engana-se quem pensa que isso significa dar exatamente o que a criança quer. A chave principal, segundo ela, está no conhecimento dos pais. “Pais instruídos e orientados conseguem direcionar as crianças para fazerem escolhas dentro do que eles acham aceitáveis, sem muito radicalismo. Com equilíbrio, tudo pode”, pontua.

Criança não é café com leite
Mayra defende que os pais incluam os filhos nas decisões relacionadas à cozinha da casa. “Criança não é café com leite, ela não vai sentar lá simplesmente e comer o que eu der”, afirma. Ela recomenda a participação das crianças inclusive no preparo. “Filho, vamos fazer um macarrão, me ajuda a mexer o molho, me ajuda a por a mesa? Essa salada, que tem alface e tomate, o que a gente pode fazer para ela ficar diferente? O que você tá com vontade de comer? Será que um pedacinho de queijo vai ficar legal? E aquele ovo de codorna que você comeu na casa da sua vó?”, indica.

Segundo ela, muitos pais não sabem que as crianças estão preparadas para interagir neste assunto. “As crianças adoram receber tarefas. Os pais ficam pensando, ‘vou chamar as crianças aqui vão fazer uma zona, não tenho tempo’. Mas não é verdade, a criança pode te ajudar a limpar, inclusive”, pontua.

Vilões da má-alimentação
A especialista não concorda em culpar os pais pela má-alimentação de algumas crianças. “Eles  sempre fazem o melhor que eles podem. Mas é uma questão de informação que não chega nas famílias”.

Mas um dos principais problemas citados por ela é a expectativa que os próprios pais colocam sobre a relação dos filhos com a comida. “Os pais querem que as crianças comam muito, porque eles estão ausentes ou porque eles não têm informação.O tamanho do estômago de uma criança é o tamanho da mãozinha dela fechada. Aí os pais querem que as crianças façam aquele pratão, que repita, que coma de novo, que raspe o prato”, analisa.

Este hábito, segundo Mayra, acaba trazendo um segundo problema, que está ligado à capacidade de a criança conhecer seu próprio limite de saciedade. A partir do momento que sempre é forçada a comer mais, acaba perdendo este referencial.

No caso das crianças que comem muito pouco, os pais tendem a tentar suprir este déficit com iogurtes, chocolates ou outros itens mais atrativos. E o ciclo dos maus hábitos se inicia – já sabendo que vai ganhar algo mais apetitoso se não comer o prato saudável, a criança não tem por que comer na próxima refeição. “É uma questão movida pela expectativa errada dos pais.

A lancheira do vizinho
Outro problema comum enfrentado pelas mães é a tentação da comida dos amigos na escola: se uma mãe arruma a lancheira com frutas e sanduíches saudáveis, e a outra, com bolachas recheadas, fica um pouco difícil competir.

No entanto, Mayra afirma que o problema mora um pouco antes da hora do recreio. “Quem tem que participar da lancheira é o filho“, afirma. Segundo ela, quando a criança se compromete a montara refeição, se compromete mais com o ato de comer. “Uma mãe orientada sabe o que ela tem que colocar na lancheira. Sabe que um dia pode colocar uma coisa mais gostosa que não é tão saudável, mas que no balanço da semana isso está equilibrado. Então esse filho vai se comprometer com aquele lanche.”

A mesma regra se aplica ao menu da semana. “Sabendo o que vai comer, ela já sabe que de repente na terça, no almoço, ela não gosta muito, mas quarta vai ter o jantar preferido dela.”

Driblando a falta de tempo
Para as mães que não têm tempo, a dica de Mayra é a organização. Ela sugere a criação de quatro cardápios diferentes, com suas respectivas listas de compras, que podem ser utilizados por um mês e depois reutilizados no mês seguinte.

Com planejamento, a falta de tempo ou de criatividade deixam de ser obstáculos. “É importante não improvisar, não deixar para a última hora, porque senão você abre a geladeira e tem sempre os mesmos ingredientes, você acaba fazendo as mesmas coisas.”

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Cargill inicia venda de atomatados para food service

mar 20, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

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A Cargill fechou contrato com a Unilever para iniciar a venda de produtos atomatados ao segmento food service. A empresa já comercializa a linha de molhos, polpas e extratos de tomate para o varejo desde 2011, quando adquiriu os ativos e as marcas da Unilever por R$ 600 milhões, que na ocasião permaneceu com a comercialização de atomatados para o food service. Com este acordo, a Cargill assume também a distribuição para o canal.

A operação irá dobrar o volume de produtos comercializados pela Cargill ao segmento food service, que vem crescendo a taxas superiores a 10% na última década.

Os produtos voltados ao segmento food service continuarão a ser produzidos na fábrica de atomatados da Cargill, em Goiânia. Na unidade são processadas cerca de 500 mil toneladas de tomates por ano, utilizadas nas linhas dos molhos Pomarola e Tarantella, do extrato Elefante e da polpa de tomate Pomodoro.

Com o novo negócio, a Cargill prevê investimentos em Trade e Marketing, bem como aprimorar ainda mais os serviços voltados à categoria de food service. Segundo o gerente geral da Cargill Food Service, Jayme Chataque, a operação agregará ainda mais valor ao portfólio da empresa para o canal, que hoje já possui produtos de qualidade reconhecida como óleos e maioneses Liza, gordura para fritura Mazola Chef, azeites e vinagres Gallo, entre outros.

“Com a linha de atomatados, iremos oferecer aos nossos clientes soluções mais completas, além de estar ainda mais presente nos diversos estabelecimentos de food service,”, afirma Chataque.

A assinatura do contrato aconteceu na semana passada (sexta-feira, dia 14), e o negócio será submetido à aprovação do Cade.

Conheça 10 alimentos com gordura que fazem bem à saúde

mar 19, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Você sabia que ingerir gorduras é essencial ao bom funcionamento do organismo? Elas atuam na produção de hormônios, que regulam o funcionamento corporal, são responsáveis pela proteção térmica e estrutura das células. “No caso das crianças, em que o corpo está em formação, a isenção de gordura aumentará o risco de disfunções metabólicas na idade adulta”, explica a nutricionista Rachel Helena Vieira Machado, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, que alerta: “A falta pode alterar, inclusive, o ciclo menstrual das adolescentes”.

Aposte na gordura insaturada

A gordura benéfica ao organismo é a chamada insaturada. Ela é dividida em monoinsaturada, encontrada no azeite, castanha e abacate, e a poli-insaturada, presente em óleos vegetais e peixes de água fria – estes, aliás, são fonte de ômega 3, um tipo de gordura, conhecido como ácido graxo essencial para a manutenção e promoção da saúde.

A gordura saturada deve ser consumida com moderação, pois, em excesso, aumenta o risco de problemas cardiovasculares. “As saturadas estão presentes em todos os alimentos de origem animal, como o leite e derivados integrais, a manteiga, a carne vermelha e o frango”, comenta a especialista. Já a gordura trans deve ser evitada. Ela é encontrada em certos alimentos industrializados – e a sua presença precisa estar descrita nos rótulos. Mas a indústria alimentícia tem se preocupado em retirar essa gordura dos alimentos, para que fiquem mais saudáveis. “Portanto, é fundamental observar o rótulo antes de escolher qualquer produto para certificar-se da existência, ou não, da gordura trans”, aconselha.

Quanto consumir

O ideal é consumir de 30% a 35% da ingestão total de calorias diárias. “Não existe uma recomendação fixa em gramas. Mas em uma alimentação saudável, tranquilamente se chega à porcentagem indicada”, explica a nutricionista. “O perigo é quando essa porcentagem é ultrapassada”, alerta.

Alimentação Infantil: Saiba quais lanches são saudáveis e o intervalo recomendado

mar 17, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Quando o assunto é alimentação, a hora do lanche deve ser levada tão a sério quanto o almoço ou o jantar. Além de ajudar a criar bons hábitos alimentares, porque evita que a criança fique beliscando, e é fonte de nutrientes.

Se a recomendação diária é de seis refeições, o ideal é que os lanches sejam servidos com intervalos entre duas a três horas, antes e depois das refeições principais e sempre no mesmo horário. “Os lanches são de extrema importância para a saúde e manutenção do corpo, pois impedem o jejum prolongado entre as grandes refeições e suprem as necessidades nutricionais”, comenta a nutricionista clínica pediátrica Lilian Harada.

Mas os pais precisam ficar atentos. O lanche da manhã precisa ser diferente do lanche da tarde e, se possível, não devem ser repetidos durante a mesma semana. Assim, com a variação, o organismo tem acesso a diferentes nutrientes.

Combinação eficiente

 O recomendado é combinar um líquido, que pode ser suco, chá ou água de coco, com uma fruta, preferencialmente com casca (ou cuja casca possa ser retirada com facilidade). Mais um tipo de carboidrato, como os pães (integral, de forma ou sírio), biscoitos sem recheio ou bolos caseiros. E, ainda, um tipo de proteína láctea, como queijos, requeijões, iogurtes e leites fermentados.

 Para as crianças, por exemplo, o lanche da manhã pode ser composto de leite fermentado, maçã, biscoitos simples e queijo branco. Enquanto à tarde, ofereça água de coco, biscoito doce simples, queijinho cremoso e pera. Na ceia, apenas um copo de leite.

Já os adolescentes, como precisam de mais energia, podem ingerir no lanche da manhã um iogurte natural, pão de batata e ameixa. No da tarde, a sugestão é um suco, uma banana com aveia e mel e uma fatia de queijo branco. Na ceia, um cacho de uva.

O importante é variar para que alimentação não se torne monótona, mas prazerosa, divertida e com nutrientes essenciais para ajudar no desenvolvimento e manter o corpo saudável.

Segunda maior feira de panificação do Brasil começa nesta quarta em PE

mar 13, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

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A Feira Norte-Nordeste de Panificação e Food Service (Fennopan) começa nesta quarta-feira (12) e vai até a sexta (14), no Centro de Convenções, em Olinda, com a expectativa de movimentar R$ 20 milhões em negócios e a participação de 10 mil visitantes. “O maior atrativo para o pessoal daqui é que, como o Norte e Nordeste praticamente não têm fábricas de máquinas panificadoras, as grandes empresas trazem seus equipamentos para a feira e os vendem com um preço bem melhor, além da comodidade de não ter que ir para o Sudeste”, diz o presidente da Associação das Indústrias de Panificação de Pernambuco, José Cosme.

São 7 mil metros quadrados para abrigar os 200 estandes, com maquinário para indústrias, empresas de moagem de trigo, embalagens, alimentos, distribuidoras e a oportunidade de entrar em contato com diversos fornecedores. “Teremos também a presença de bancos, facilitando a vida de quem quer conseguir um empréstimo para começar sua panificadora ou renovar suas máquinas”, informa Cosme.

A entrada é gratuita, mas não é permitido o acesso a menores de 16 anos, mesmo acompanhados. Os interessados podem fazer um pré-cadastro no site da Fennopan, informando dados pessoais e CNPJ da empresa da qual seja representante. Para quem se inscrever pela internet, basta apresentar um documento no guichê de pré-inscritos no dia do evento e a credencial será entregue.

Novidade neste ano, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) levará uma carreta-escola para a Fennopan, onde os visitantes podem conhecer a estrutura de ensino voltada para os cursos de panificação, confeitaria e pastelaria. Além disso, minicursos serão oferecidos durante a feira — “Tendência food service”, “Mídias sociais como ferramentas de vendas” e “Marketing na panificação” são alguns dos temas. A programação completa pode ser conferida na internet, com as inscrições sendo feitas no próprio local.

Servico:
Feira Norte-Nordeste de Panificação e Food Service
De quarta (12) a sexta-feira (14), das 15h às 22h
Entrada gratuita
Centro de Convenções — Olinda

BRF anuncia primeira onda de lançamentos de 2014

mar 12, 2014   //   by admin   //   Noticias  //  No Comments

Os novos produtos da BRF, empresa criada após a associação entre Sadia e Perdigão, serão agrupados em ondas de lançamentos, a primeira programada para fevereiro e março. “Trata-se de uma estratégia que traduz a orientação ao mercado com foco no consumidor e simplificação dos processos”, ressalta Sylvia Leão, vice-presidente de marketing global da BRF.

A ação envolve itens de oito categorias: pratos prontos, frios, congelados, empanados, in natura, spreads, lácteos e food service. Praticidade, saudabilidade e sabor estão entre os principais atributos dos lançamentos, todos desejados no ato da compra.

A primeira onda de lançamentos inclui 14 SKU’s distribuídos entre as marcas Sadia, Batavo, Qualy, Perdigão Food Services e Sadia Food Services. Ao longo de 2014 estão programadas outras três ondas de lançamentos. “Haverá uma integração ainda maior entre as áreas de inteligência de mercado, marcas, categorias e pesquisa e desenvolvimento”, revela Sylvia.

Em 2013, a BRF inaugurou um novo centro de inovação que denota esse esforço. Lá estão cerca de 150 profissionais, entre engenheiros, nutricionistas e veterinários, que transformam pesquisas em alimentos desejados em todo o Brasil. O espaço reúne modernos laboratórios, cozinhas experimentais e minifábricas para produção-piloto.

Novidades

Peito de Peru com sódio reduzido, margarina mais cremosa e leve, bebidas lácteas com sabores inéditos, hambúrguer em tamanho inovador e uma nova linha de produtos que vai revolucionar o segmento de frango in natura, são as novidades da primeira onda de lançamentos da BRF. “Trata-se de um mix diversificado, pensado para atender todos os nossos públicos”, afirma Sylvia.

Com alto teor de proteína e 25% menos sódio, o novo “Peito de Peru Sadia” é o único do mercado produzido com o peito íntegro da ave, fato que o deixa mais saudável e saboroso. Outra grande novidade é a linha “Frango Fácil Sadia”, a primeira do país a comercializar três versões da ave (inteira, sobrecoxa e coxa) envoltas em um saco assa fácil. Todas as versões são temperadas com alho, cebola e ervas.

Há também as novas bebidas lácteas Batavo, elaboradas com sabores exclusivos: jabuticaba, fruta original do Brasil, e a pera, que oferece o equilíbrio perfeito entre sabor e calorias. Já a marca Qualy, líder de mercado em sua categoria, lança a primeira margarina aerada do Brasil: Qualy Aéra. A novidade possui uma textura diferente, é ultracremosa e derrete mais rápido na boca.

Por fim, o “Hambúrguer de Picanha Sadia”, elaborado com corte bovino, chega ao consumidor em um novo tamanho: 90 gramas. Ideal para refeições e lanches, o produto é comercializado em embalagens com quatro unidades.

Distribuição nacional

A BRF complementará a primeira onda de lançamentos com a ampliação da distribuição de outros seis SKU’s. Três deles formam a linha de pratos prontos Arroz e Mais da Sadia. Neste caso, o produto ganha status de protagonista em categoria até então dominada pelas massas. E, para reforçar seu DNA inovador, a companhia lançou as iscas de frango Sadia, produzida com pedaços íntegros e nobres da ave. Ambas as linhas serão comercializadas no âmbito nacional a partir de fevereiro/março.

Alimentação feminina requer cuidados específicos

mar 11, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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A maioria das mulheres costuma se preocupar com a aparência e com a boa forma. Para estar dentro dos padrões muitas fazem dietas malucas e prejudicam o organismo. Com a passagem do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, a nutricionista do Hospital Vitória, Elaine Ribeiro, lembra de alguns cuidados com a alimentação de devem ser levados a sério por toda mulher.

De acordo com a especialista, a vida globalizada moderna traz consigo alimentos mais calóricos, pobres em fibras e de alto índice glicêmico, que, somados ao sedentarismo, contribuem para que a epidemia do excesso de peso cresça a cada dia. Por isso, o consumo de alimentos que reduzam a fome e aumentem a saciedade é fundamental e contribui para a perda e manutenção do peso corporal.

Hábitos saudáveis na alimentação aliados à atividade física são ideais para toda mulher que busca saúde e boa forma. Alguns alimentos contêm substâncias essenciais para o organismo da mulher e devem ser consumidos com mais frequência. “A soja, por exemplo, contém isoflavona, que apresenta uma estruturaquímica semelhante à do hormônio feminino estrógeno. As isoflavonas atuam como reguladoras, capazes de suprir a falta de estrógeno e prevenindo problemas relacionados a esta carência, como sintomas de menopausa, osteoporose e doenças cardiovasculares”, explica Elaine. Outros alimentos que completam uma alimentação saudável e equilibrada para as mulheres são frutas, verduras, cereais integrais, sucos naturais, iogurte desnatado e água.

As principais consequências da má alimentação são obesidade, colesterol elevado, gastrite, diabetes e hipertensão e demais patologias associadas. Na maioria das vezes, não comer corretamente é fruto de hábitos errados e do costume de preferir alimentos pouco nutritivos, como os fast-foods, além  da falta de exercícios físicos. “Não se alimentar corretamente pode acarretar diversas doenças, pois causa na mulher um desequilíbrio físico-energético, que tem como consequência uma série de distúrbios físicos e mentais que a deixam vulnerável às doenças”, completa a especialista.

Sobre o Hospital Vitória

O Hospital Vitória é uma das mais modernas e qualificadas  instituições privadas de saúde de Curitiba. Com uma estrutura de saúde completa, oferece a realização de procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, modernos exames de diagnóstico e atendimento emergencial e eletivo nas mais diversas especialidades, e serviço de oncologia. É certificado com nível três pela Organização Nacional de Acreditação, principal entidade certificadora dos serviços de instituições de saúde brasileiras. O Hospital Vitória conta com uma moderna gestão administrativa, focada no constante investimento em infraestrutura e parque tecnológico, no treinamento de seus colaboradores e no favorecimento de ambientes destinados ao cuidado integral de seus clientes. 

O que são alimentos geneticamente modificados? É seguro comê-los?

mar 6, 2014   //   by admin   //   Dicas  //  No Comments

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Provavelmente você come alimentos geneticamente modificados com frequência e nem saiba disso. O advento da produção de organismos geneticamente modificados trouxe discursos sobre como esses alimentos poderiam reduzir os índices de pobreza e acabar com a fome no mundo. Duas décadas depois, os transgênicos ainda dividem a opinião pública e geram desconfiança.

Os principais questionamentos dos céticos são sobre as implicações éticas, econômicas, sociais, políticas e de saúde pública. Muita gente teme possíveis efeitos negativos para os seres humanos e para o meio-ambiente a longo prazo com a manipulação genética da natureza, já que a produção de alimentos transgênicos em larga escala é relativamente recente.

Será que podemos ficar tranquilos ao ingerir alimentos geneticamente modificados? De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), sim.

As organizações são unânimes em afirmar que os transgênicos são seguros. Elas defendem que a tecnologia de manipulação genética realizada sob o controle dos protocolos de segurança não representa maior risco do que as técnicas agrícolas convencionais de cruzamento de plantas.

A história dos alimentos geneticamente modificados

Mas afinal, o que são alimentos geneticamente modificados? Por que eles começaram a ser produzidos?

Organismos geneticamente modificados (OGM) são manipulados geneticamente para favorecer características desejadas, como a cor ou o tamanho de uma espiga de milho. Os mais famosos OGM são os transgênicos, ou seja, os organismos que recebem parte do DNA de outro organismo. Também é possível alterar um gene sem DNA externo.

Apesar da produção em larga escala dos OGM ser recente, a história da manipulação genética das plantas tem pelo menos 10 mil anos, quando os seres humanos começaram a escolher os melhores grãos de cereais para plantar, os que produziam quantidades maiores e cresciam mais rapidamente, excluindo sementes com genética desfavorável à agricultura e cruzando as melhores plantas.

Mas, mesmo que as pessoas saibam domesticar as colheitas há milhares de anos, não quer dizer que elas entendiam porque tudo acontecia. Só no século 19, com a experiência de Gregor Mendel com ervilhas, a ciência genética moderna surgiu. E foi apenas na década de 1970 que os cientistas Herbert Boyer e Stanley Cohen foram capazes de afetar diretamente a expressão do genoma de uma planta. Essa intervenção direta, conhecida como engenharia genética, envolve mutação, exclusão ou adição de material genético para alcançar o efeito desejado.

A capacidade de suportar pragas é apenas uma das características positivas que foram alcançadas com a modificação transgênica. Desde a primeira safra de OGM plantada em 1994, cientistas e empresas agrícolas conseguiram criar culturas resistentes a doenças, com melhores valores nutricionais, com validade mais longa e até produzir produtos farmacêuticos.

Atualmente, 85% das lavouras de milho do Brasil e dos Estados Unidos são variedades transgênicas. A soja brasileira – consumida pela população no óleo de cozinha, leite de soja, tofu, bebidas e outros produtos – é transgênica, na maior parte. Quase um terço das imensas plantações de soja no país são variedades geneticamente modificadas. Em 2001, a Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu aprovação para o cultivo comercial de uma variedade geneticamente modificada do feijão. As sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros ainda em 2014. Assim, o prato do brasileiro recebe cada vez mais alimentos modificados geneticamente.

Riscos

Todos os dias, os seres humanos consomem entre 0,1 e 1 grama de DNA em sua dieta. Portanto, os transgenes de plantas geneticamente modificadas não são um material novo para os sistemas digestivos, além de estarem presentes em quantidades ínfimas. No milho transgênico, os transgenes representam cerca de 0,0001% do DNA total.

Décadas de pesquisa indicam que o DNA não tem toxidade direta na alimentação. Pelo contrário, uma pesquisa de 1999 mostrou que nucleotídeos exógenos desempenham papeis importantes do intestino e sistema imunológico.

Apesar da enorme desconfiança da população europeia com alimentos geneticamente modificados, a União Europeia, como parte da iniciativa Europa 2020, gastou uma década (e centenas de milhões de euros) investigando a segurança e a eficiência dos OGM, e descobriu que eles não representam riscos à saúde dos cidadãos.

O maior perigo dos OGM é que uma nova cultura em ascensão leve agricultores a produzirem apenas a nova variedade de um alimento, e cultivá-la em excesso. Assim, se surgir uma praga inesperada da qual a planta não esteja protegida, ela poderia ser devastada e até mesmo entrar em extinção. Os efeitos econômicos seriam devastadores.

Outra questão é que as corporações agrícolas que desenvolvem os OGM viram proprietárias das sementes. Isso pode levar a um potencial abuso ou manipulações forçadas que obriguem os agricultores a comprar sementes apenas de uma empresa, e seus respectivos agrotóxicos.

Tudo indica que os alimentos geneticamente modificados não são uma ameaça, apenas mais uma ferramenta que deve ser utilizada de forma inteligente. Assim como a tecnologia nuclear tem sido utilizada para destruir cidades ou produzir energia, a modificação genética pode ser valiosa – ou negativa – para a sociedade, dependendo do modo como a utilizarmos.